
Aeroporto de Viena. Oitavo episódio da segunda temporada de uma série que regularmente acompanho.
Aeroporto... onde tudo se encontra, separa, reencontra. Um episódio que fala de coragem, de reencontros, de grandes amores, de saudades, de lutas e conquistas, da amizade, da morte ... e de tudo que a ela possa estar ligado. Tudo pode estar ligado, tudo está ligado. De amores perdidos e da felicidade que é um reencontro perfeito. De pessoas, de multidões, do feito e do desfeito. Do acreditar, à realização... do sonho ao abraço. Do “olhar em direção a”, ao correr imaginado, pensado, idealizado mas ainda assim tão diferente e tão igual a ele mesmo. À união... à sensação única de um só. Um corpo. Da procura desenfreada de um olhar inquieto que só quer descanso...! Ao momento de ter quem amamos nos braços, que tantas vezes é interceptado pelo medo de não o ter nunca mais em parte alguma física do corpo. Ao saber todos os sentimentos pelos quais podemos passar, mas ao mesmo tempo sem nenhuma certeza.
Foi este paralelo que senti hoje. Hoje olho à volta e vejo felicidade nas pessoas que me rodeiam. Estão todas de regresso. Não a um regresso forçado, mas sim ao pretendido.
E esta é e será sempre a dualidade de todos os aeroportos. Um misto de felicidade, melancolia, tristeza e introspecção. Na volta conversamos...
.LittleCharles
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